Troca de Saberes no Império Português

Nos últimos 20 anos, a historiografia brasileira tem revisado o período colonial. Não se pensa mais no Brasil delimitado às nossas configurações territoriais atuais, mas abordam-se os diferentes processos de expansão colonial e os trânsitos de mercadorias, de pessoas e saberes em diferentes regiões do Império Português, empreendidos sob dinâmicas singulares ao longo dos 300 anos de colonização.

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Em relação às ciências, não se pensa mais o Brasil como um vazio cultural, onde a metrópole implementaria seus conhecimentos: passou-se a valorizar os saberes indígenas e dos povos africanos que serviram como matrizes para uma amálgama ou miscigenação cultural empreendida de formas distintas ao longo de nosso amplo território. Consideramos, ainda, as influências dos saberes asiáticos, especialmente provenientes das conquistas portuguesas na Ásia durante o século XVI. Assim, devemos pensar na dinâmica do Império Português para compreendermos as atividades científicas e o desenvolvimento da química no Brasil.

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Assim, a técnica e a ciência brasileiras, o conhecimento dos territórios do interior do país e o desenvolvimento da economia no Brasil colônia não se originam apenas nos colonizadores, mas em todos os povos que contribuíram para a formação nacional.